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ARTIGO

Conheci a Bienal do Livro e foi incrível

08 Agosto 2018 17:30:30

Pâmela Schreiner

Na hora em que coloquei os pés dentro do Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, já soube que aquela seria uma das melhores experiências da minha vida. Estar dentro de um ambiente que respira literatura em todos os seus aspectos é mágico, ainda mais rodeada de pessoas que compartilham a mesma paixão que você: a leitura. Na última quinta-feira, dia 03, começou a 25ª Bienal Internacional do Livro, desta vez na capital paulista. A feira segue até o dia 12 e eu estive por lá no final de semana.

A Bienal é literalmente o paraíso dos leitores. Várias editoras tinham estandes lá, vendendo os livros de seus catálogos a preços mais em conta, fazendo promoções e também distribuindo brindes. Eu consegui comprar muitos livros da minha wishlist (lista de desejos) pagando bem barato, inclusive, no primeiro dia, passei pelo estande da Autêntica e, pasmem, com R$ 35, saí de lá com cinco livros (um era lançamento) e mais dois brindes. Também tinham livrarias e sebos, comercializando livros com valores ainda mais baixos. Fiz a festa.

O ponto alto da feira é poder conhecer e conversar com autores, principalmente nacionais. Aliás, quero enfatizar o quanto fiquei feliz em ver os brasileiros fazendo sucesso. Tinham filas enormes para autografar os lançamentos da Bel Rodrigues (catarinense, autora de "13 segundos", bestseller da Revista Veja), da Iris Figueiredo ("Céu sem estrelas"), que é uma fofa, consegui conversar com ela, e com o Felippe Pontes ("Os quase completos). Esses foram os escritores que eu acompanhei, pois tinham muitos outros lançamentos acontecendo ao mesmo tempo.

Agora, se você é ligado no YouTube, ou melhor, no BookTube, é bom ficar de olhos bem abertos enquanto caminha pelos corredores da Bienal. Eu conheci muita gente bacana: o Victor Almeida, do canal Geek Freak, o Vitor Martins (que estava lançando seu livro novo, "Um milhão de finais felizes" e também tinha uma fila bem longa de galera esperando autógrafo), o Paulo Ratz e a minha xará (e incrível), Pam Gonçalves.

Mas claro que nem só de livros vive a Bienal. A Microsoft tinha um estande super legal, em que você parava em frente a uma tela e o computador fazia sua análise na hora, dizendo quantos anos você tinha e seu estado emocional. No meu caso não deu muito certo, segundo o sistema eu aparentava ter 23 anos (tenho 20), porém ver as pessoas fazendo caras e bocas era muito divertido. Os fãs de Turma da Mônica também se realizaram: além de assistir à uma palestra com o ilustre Mauricio de Sousa (junto com outro brasileiro incrível, o Ziraldo), eles ainda puderam fazer o seu próprio personagem. Isso mesmo. Eu só não fiz também porque a fila estava gigantesca.

Enfim, acho que deu para captar um pouco de como funciona uma bienal do livro e como esse evento é fantástico. Vale guardar um dinheirinho e conhecer. Ah, e claro, também aproveitar e fazer um pouco de turismo pela cidade sede, a próxima é no Rio de Janeiro.


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